Perdia o brilho das rosadas faces
Já ressequidas, enrugadas, baças;
Como seda pura, carcomida...
Já quase destruída, por milhões de traças!
Não se curvara ante os anos todos
Em que lutara destemido, ousado,
E ousando sempre, sempre foi avante,
Como se fora assim, predestinado!
Forçoso era embrenhar-se ainda,
Por sendas novas, novos atropelos,
Pois q’inda muito tinha por viver;
Já que infinitos, eram seus apelos!
Vivia sempre como um visionário,
Desafiando os ardis da vida e
Olhava rindo para os obstáculos
Que superava ainda e sempre e já sem muita lida!
Nova Ponte 26 de Janeiro de 2003.
Landg
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